Trabalhar ... trabalhar.... esta tem sido minha rotina diária. Correr de um lado pra dar conta de estudos, de outro para dar conta de casa, marido, filhos e trabalho. Ando meio sem paciência...
Paciência para conflitos desnecessários, para administrar vaidade pessoal, para radicalismos e outros..
Acho que crescer em algumas pessoas dói mais, pois requer deixar de lado interesses pessoais e acordos paralelos... Haja paciência para não bater de frente..
O que me anima é ver que pessoas queridas estão crescendo e se tornando ainda mais espeiais.
O que anima é saber que tudo passa... que todo dia é literalmente um dia novo.
Tuesday, September 15, 2009
Tuesday, August 11, 2009
Mulheres otimistas ...
Pesquisas mostram que Mulheres otimistas correm menos riscos de ter doenças cardíacas e vivem mais, de acordo com um estudo feito nos Estados Unidos.
Segundo estudo, publicado na revista científica "Circulation" mulheres otimistas tiveram 9% menos chances de desenvolver problemas cardíacos e 14% menos chances de morrer por qualquer causa após oito anos de acompanhamento.
Em comparação, mulheres cínicas, que cultivam sentimentos hostis ou não confiam nos outros apresentaram 16% mais probabilidade de morrer dentro do mesmo período.
As otimistas são mais capazes de enfrentar adversidades e de dar a volta por cima...
Que cheguem os cinqüenta anos, os sessenta, os setenta...
Vai, cem já ta bom!!!!!
Segundo estudo, publicado na revista científica "Circulation" mulheres otimistas tiveram 9% menos chances de desenvolver problemas cardíacos e 14% menos chances de morrer por qualquer causa após oito anos de acompanhamento.
Em comparação, mulheres cínicas, que cultivam sentimentos hostis ou não confiam nos outros apresentaram 16% mais probabilidade de morrer dentro do mesmo período.
As otimistas são mais capazes de enfrentar adversidades e de dar a volta por cima...
Que cheguem os cinqüenta anos, os sessenta, os setenta...
Vai, cem já ta bom!!!!!
Saturday, July 18, 2009
Almoço em Mogi Guaçu

Poder abraçar aqueles que amamos e matar as saudades é incalculável. Pena não ter braços para abraçá-los ao mesmo tempo.
Sentir reciprocidade do aconchego de um abraço voluntário e sincero é inigualável.
Almoçar em família não tem preço, só prazer e alegria.Sentir reciprocidade do aconchego de um abraço voluntário e sincero é inigualável.
A família é a base de tudo; passe o tempo que passar, quando nos encontramos as histórias vem a tona e tudo parece tão hoje, tão próximo e tão nosso...
Falando em saudades, por que o tempo, a distância e os desencontros teimam em estar no caminho deixo meus parabéns, meu amor incondicional e minha admiração para o aniversariante da semana.
Thursday, July 16, 2009
São Thomé das Letras
Friday, July 03, 2009
Sem pressa e atropelos.
Torci tanto e rezei muito, e em fim chegou as férias...
É certo que 15 dias é muito pouco, mas agora chega de reclamar...
O momento tão esperado me aguarda.
Quero botar as pernas pra cima e cutir uma preguiça boa.
Curtir a cama até mais tarde, tomar o café da manhã sem pressa, ver a hora passar sem os atropelos do atraso.
Curtir minha família, por que afinal mãe também merece.
É certo que 15 dias é muito pouco, mas agora chega de reclamar...
O momento tão esperado me aguarda.
Quero botar as pernas pra cima e cutir uma preguiça boa.
Curtir a cama até mais tarde, tomar o café da manhã sem pressa, ver a hora passar sem os atropelos do atraso.
Curtir minha família, por que afinal mãe também merece.
Thursday, June 18, 2009
Carta
Não sei bem o porquê, mas hoje me deu uma vontade louca de escrever uma carta.
Acho que há anos não faço isto, talvez por que tenhamos muitas formas de nos comunicar atualmente, é celular, MSN e internet.
Mas, sabe fica tão automático que raras são as vezes que nos colocamos conscientes num processo mental de escolher as palavras e deixar fluir os sentimentos.
Querida professora Maria Amélia,
Hoje percebi o quanto foi importante pra mim. Gostaria de poder dizer pessoalmente o quanto a tenho na memória e o quanto essas lembranças são boas...
Lembro-me bem, apesar do correr do tempo, da sua atenção com a caligrafia de seus alunos, da exigência da limpeza do caderno e certamente do cuidado em não fazer orelhas no mesmo.
Sua paciência em me auxiliar na grafia das letras e me encorajar na leitura apesar dos tropeços e da gagueira momentânea.
Posso afirmar que hoje me considero boa leitora, escritora talvez, mas certamente sei me virar bem com as letras e as palavras.
Mas creio que o que mais aprendi foi o respeito, a solidariedade e os valores éticos que estavam sempre implícitos em cada brincadeira proposta. Como me lembro do clube de leitura, da confecção das bandeirinhas em educação artística, do grupo de saúde, das dramatizações e participações nas festinhas.
Do decorar poesias pra recitar nas festividades de dia das mães.
Não posso negar que em criança sempre fui à figurinha carimbada, arroz doce de festa.
A facilidade em decorar me fez popular nas festas, naquele tempo não tinha timidez que me impedisse de me manifestar. Acho até que inconsciente foi a partir daí que ganhei uma auto-estima elevada e otimista.
Auto-estima que me permite falar em público sem dificuldades, expor minhas opiniões com firmeza e me fez chegar aonde cheguei.
Por tudo isso, quero agradecer a dedicação, paciência e o profissionalismo que pautou suas ações ao ministrar as aulas no meu primeiro ano escolar.
Saudades e muito obrigada,
De sua aluna.
Eulália
Acho que há anos não faço isto, talvez por que tenhamos muitas formas de nos comunicar atualmente, é celular, MSN e internet.
Mas, sabe fica tão automático que raras são as vezes que nos colocamos conscientes num processo mental de escolher as palavras e deixar fluir os sentimentos.
Querida professora Maria Amélia,
Hoje percebi o quanto foi importante pra mim. Gostaria de poder dizer pessoalmente o quanto a tenho na memória e o quanto essas lembranças são boas...
Lembro-me bem, apesar do correr do tempo, da sua atenção com a caligrafia de seus alunos, da exigência da limpeza do caderno e certamente do cuidado em não fazer orelhas no mesmo.
Sua paciência em me auxiliar na grafia das letras e me encorajar na leitura apesar dos tropeços e da gagueira momentânea.
Posso afirmar que hoje me considero boa leitora, escritora talvez, mas certamente sei me virar bem com as letras e as palavras.
Mas creio que o que mais aprendi foi o respeito, a solidariedade e os valores éticos que estavam sempre implícitos em cada brincadeira proposta. Como me lembro do clube de leitura, da confecção das bandeirinhas em educação artística, do grupo de saúde, das dramatizações e participações nas festinhas.
Do decorar poesias pra recitar nas festividades de dia das mães.
Não posso negar que em criança sempre fui à figurinha carimbada, arroz doce de festa.
A facilidade em decorar me fez popular nas festas, naquele tempo não tinha timidez que me impedisse de me manifestar. Acho até que inconsciente foi a partir daí que ganhei uma auto-estima elevada e otimista.
Auto-estima que me permite falar em público sem dificuldades, expor minhas opiniões com firmeza e me fez chegar aonde cheguei.
Por tudo isso, quero agradecer a dedicação, paciência e o profissionalismo que pautou suas ações ao ministrar as aulas no meu primeiro ano escolar.
Saudades e muito obrigada,
De sua aluna.
Eulália
Friday, May 22, 2009
O que cala fica
Não consigo entender o que passa na cabeça de algumas pessoas por mais que eu tente.
E definitivamente sou uma pessoas observadora ...
O senso de julgamento é realmente algo muito particular. Na maioria das vezes sem grande ánalise as conclusões se mostram atreladas ao quanto a ação do outro nos atingiu, sem a preocupação se o que o outro fez é ético ou não.
Um comentário infeliz num momento inapropriado pode ter um peso muito maior do que a irresponsabilidade do não cumprir um acordo firmado.
É que o comentário vai mais fundo, atinge o eu que mora lá dentro enquanto a irresponsabilidade dá brecha pro rabo preso e quem sabe uma cobrança futura.
O que cala fica! O que cala fere! E o que fere deixa mágoa!
E definitivamente sou uma pessoas observadora ...
O senso de julgamento é realmente algo muito particular. Na maioria das vezes sem grande ánalise as conclusões se mostram atreladas ao quanto a ação do outro nos atingiu, sem a preocupação se o que o outro fez é ético ou não.
Um comentário infeliz num momento inapropriado pode ter um peso muito maior do que a irresponsabilidade do não cumprir um acordo firmado.
É que o comentário vai mais fundo, atinge o eu que mora lá dentro enquanto a irresponsabilidade dá brecha pro rabo preso e quem sabe uma cobrança futura.
O que cala fica! O que cala fere! E o que fere deixa mágoa!
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